Caipiras Aloprados conquista bicampeonato da Folia Sertaneja 2026 com campanha histórica

Caipiras Aloprados apresentou o espetáculo “Retalhos de um Nordeste Pulsante”, um tributo à identidade, à memória e à riqueza cultural do povo nordestino.
O grupo venceu 11 das 12 categorias disputadas, consolidando-se como um dos grandes destaques do circuito junino baiano.  Foto: Divulgação

A Quadrilha Junina Caipiras Aloprados, do distrito de Aribicé, em Euclides da Cunha (BA), conquistou neste domingo (12) o bicampeonato da Folia Sertaneja 2026 após uma campanha histórica. O grupo venceu 11 das 12 categorias disputadas, consolidando-se como um dos grandes destaques do circuito junino baiano. O segundo lugar ficou com a Quadrilha Junina Luar do Sertão, enquanto a terceira colocação foi conquistada pela Junina Carcará do Sertão.

Durante a apresentação, cada personagem representa um importante símbolo da cultura nordestina. Foto: Divulgação

Sob a presidência de Áurio Matos e Sandro Macedo, a Caipiras Aloprados apresentou o espetáculo “Retalhos de um Nordeste Pulsante”, um tributo à identidade, à memória e à riqueza cultural do povo nordestino. O tema parte da metáfora da colcha de retalhos para mostrar que o Nordeste foi construído por diferentes histórias, tradições, crenças, sons, cores e pela resistência de seu povo ao longo das gerações.

“O bicampeonato é resultado do empenho coletivo de toda a equipe”, afirma presidentes. Foto: Divulgação

Durante a apresentação, cada personagem representa um importante símbolo da cultura nordestina. O marcador, Sandro Macedo, conduz a narrativa como o artesão responsável por costurar as memórias do Nordeste. Os noivos, Jadson Costa e Laiane Nobre, simbolizam a união entre o Sol e a Chuva, elementos essenciais para a vida no sertão. O casal destaque, Vitor Brito e Andréia Araújo, homenageia os ícones da música nordestina Luiz Gonzaga e Marinês. Já o Rei Carcará, interpretado por Lucas Alves, representa a força e a resistência do sertanejo, enquanto a Rainha, Jullys Payffer, simboliza os trovões que anunciam a chegada das chuvas e a renovação da esperança.

O espetáculo emocionou público e jurados ao celebrar a força do povo nordestino. Foto: Divulgação

O espetáculo emocionou público e jurados ao celebrar a força do povo nordestino por meio da dança, da música e da tradição, reafirmando a importância da cultura popular como patrimônio e expressão da identidade regional.

Para os presidentes Áurio Matos e Sandro Macedo, “o bicampeonato é resultado do empenho coletivo de toda a equipe, formada por dançarinos, produção, coreógrafos, figurinistas, músicos e apoiadores, que trabalharam durante meses para levar à arena um espetáculo à altura da história da quadrilha”.

O segundo lugar ficou com a Quadrilha Junina Luar do Sertão, enquanto a terceira colocação foi conquistada pela Junina Carcará do Sertão. Foto: Divulgação

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