Tal filha, tal pai: campeã e vice-campeão, duas vitórias em família no jiu-jitsu para Euclides da Cunha

Maria Eduarda começou a se envolver com o jiu-jítsu em 2013 acompanhando o pai, Jefferson Carneiro, nos treinos. Entre 2015 e 2016, ela passou de uma simples expectadora para aluna.
O primeiro título de Maria Eduarda foi em 2018, campeã na 5ª etapa do Baiano. Foto: Divulgação

A pequena euclidense Maria Eduarda Teles Quirino de Carvalho, de apenas 12 anos, provou, mais uma vez, que não está para brincadeira quando o assunto é competir. Ela lutou melhor e venceu a 1ª Etapa do Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, categoria infanto-juvenil B.

O desafio aconteceu neste domingo (13/fev) em Feira de Santana. E um detalhe importante, que só uma campeã mesmo poderia ostentar: ela competiu em uma categoria superior, enfrentando meninas com mais idade e peso. Ou seja, essa medalha de campeã que a Maria Eduarda conquistou e nos apresenta com tanto brilho nos olhos tem um sabor especial.

Ela começou a se envolver com o jiu-jítsu em 2013 acompanhando o pai nos treinos. Foto: Divulgação

A trajetória de uma campeã – Maria Eduarda começou a se envolver com o jiu-jítsu em 2013 acompanhando o pai, Jefferson Carneiro, nos treinos. Entre 2015 e 2016, ela passou de uma simples expectadora para aluna, e em 2018 participou do primeiro campeonato, onde foi campeã na 5ª etapa do Baiano. Seguindo em frente, em 2019 ela foi campeã brasileira e, no mesmo dia, conquistou o 2º lugar ao lutar com uma adversária também com mais peso e idade.

Maria Eduarda enfrentou meninas de categoria superior, com mais idade e peso. Foto: Divulgação
Jefferson, pai da campeã, também competiu no campeonato. Na foto: ele, a esposa Daniela Quirino e a filha.

Mas como assim, tal filha, tal pai? – O pai da Maria Eduarda, Jefferson Carneiro, também competiu neste domingo pela etapa do Campeonato Baiano de Jiu-jitsu. Ele conquistou o título de vice-campeão na categoria master 3. E como reza a lenda que os filhos sempre devem ser melhores que seus pais, aqui é o pai (vice-campeão) que se torna espelho e semelhança da filha (campeã), portanto, tal filha, tal pai. Voa, garota!

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